Poema

                              Loucura

O  que  leva  a  ignóbil razão pensante  de querer meter os pés pelas mãos ?.
Talvez  teu  ego  refute  para  além  de  minhas compreensões.
A   menos.
Seja   preponderante  em  teu  semblante  o  reflexo  de  tua  alma  em  meu  ser.

Rendosa  sina  amante.
Me  leva  até  o  deleite do  sabor quente  dos  teus  lábios.
Aterrador  desejo.
Desabrocha  na  pele, a  fome  caliente  de  querer  provar  a  ambrosia   eterna  e  me afogar  em  teu olhar.

Em  me,  afogas  de beijos.
Sentir  teu  cheiro  na  brisa  celeste  de  verão.
Não  eis de olhar! ?.
Esdrúxula  razão,  corre interfase  no  espelho.

Margem  sombra  de  fel!.
Das   mil   faces  que  não  soubestes,
Dos  sabores  do  cálice  e  da  mais  delineada  beleza  natural.

Contempla  fênix,  ressurge outrora.
Narciso  chora  e  a  Vênus  implora
A   ressurgência.
Do   regresso  introspectivo.

E   nesse  sentido,  um  beijo  expressa  as  vicissitudes  de  meu  infinito.

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