Réu
Papeis a mesa, vozes trêmulas no ar!.
Quero ti dizer: tal réu é culpado?
E seu sangue banha á face estonteante, da irá amarga.
Amargo véu foge a paz do espirito, prazeres mundanos.
De repente teu ser revoga irredutivelmente com as latentes lagrimas que desmonta á face.
O merecer tanto.......
Agora é por falta de tais dessabores.
Meu amor platônico ou teu ego.
CULPADO!?.
Apenas acordar no amanhecer da vénus e senti i toque dos prazeres, da suave vida, dos aromas das rosas.
Chega, réu prisioneiro.....
GRITA!: paz não mais
Esperança uma vez, talvez ao notar a morte.
Vozes trêmulas e o drama.
É hoje, nas portas do ser, o olhar do prazer do teu bem querer.
E morrer sem deter.....

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