As pessoas

Nesta cidade vertical, pessoas  se aglutinam constantemente.
É grito, BLA BLA BLA, e acabam não percebendo o outro a sua volta.
Pena né!
Será que o arrebatamento e o Eros  se transformam  em artigos de vitrine.
O eros eterno bate suas asas na reluzente nebrina do esquecimento.
Não, melhor.
O eros bate suas asas sobe a imagem de um pais coberto pela teia da industria cultural e do Estado farjuto.
Então, as pessoas se iludem com coisas que são desnecessárias para suas vidas.
As pessoas se tornam coisas, objetos.
Coisas coisante nas palavras de Calos Drummond de Andrade. 

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