Tormenta
Dedico esse poema ao meu grande amigo Andre, que foi morar nas estrelas.
Eternas lembranças.
Quem sou, não sei.
Alguém terá uma resposta.
Verdades absolutas não existem, porque o amor é supremo;
É transformação.
Essa é a filosofia da vida?
Toda verdade
Todo pressuposto sobre o corpo
Virou pó.
Ora.
O quem sou, se transformou em sou quem.
Bizarro né?
Muitas vezes, o olhar do outro define o ser- mental de outrem.
Mas o EU me pertence CARAMBA!!
Isso não é uma suposição do real.
É fato concreto...
É a relação social....
É o movimento.....
É a vida.... que quebra a corrente.
Não existe impedimentos para ser - o eu- vivente.
O eu solvente, DEVE- SE ver o tormento do ser que o outrem não enxerga.
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