2024- Ordem do discurso.
Palavras, muitas vezes, não são necessárias, mas fazem diferença em alguns momentos específicos.
Claro, verdades ou mentiras, são construídas a partir da intencionalidade do discursos dos sujeitos. E essas palavras chegam ao céu, dando ênfase a apenas uma parcela da sociedade, enquanto a outra, é alienada ou arrastadas por uma ideologia de pertencimento.
Discursos tem regras, muitas delas vem da elite do conhecimento, munidos de saberes que reafirmam uma classe social burguesa sobre as outras. Saberes que legitimam a pobreza, mas que jamais penetram na carne do bom viver urbano.
A arte de caminhar pela cidade e saber sua história contada de boca em boca, que se materializa na cultura e ganha vida na própria dinâmica do cotidiano.
Saber ser, nas entrelinhas da pele, no palpar e no contar. Memorias coloniais, que se findou no Recife das luzes, sobre a revolução de 17, a independência não contada a partir da boca do colonizado. Da Olinda, a vila representada pelos homens bons, que de bom via presente na cobrança de impostos. Tantas histórias e muitas outras mais vindas pelo dialogo e discursos de alguém, E se essas histórias são positivas ou negativas, dependem do individuo que as narra.
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