Uma árvore tem suas raízes fincadas no solo, firme e forte. Suas folhas sempre leves, modeladas pelo vento ou raio de Sol, recebendo as emoções advinda do tempo.

Nada, por ventura, pode ser extremamente sólido ou fluido, pois tudo não percebe as particularidades vivente na própria natureza. Essas particularidades são mudanças, lagrimas, alegrias, esperanças e mudanças humanas existentes durante toda a vida terrena. 

Diferente da vida humana, a natureza se renova e ressurge como fênix das cinzas das chamas, erguendo mais uma vez um tronco, fazendo brotar mais uma flor. Ela  ganha mais espaço, sente e vive sob a razão das ações do tempo, sendo mais uma vez a casa para tantas comunidades. 

O coração tem um pouco das arvores, ele precisa da solidez da razão para ter uma estrutura física. Essa estrutura é a aprendizagem, os valores que formam o ser desde a infância até a fase adulta. Por outro lado, as folhas são os sentimentos, imbuídos das ações vivenciadas na relações humanas e com o contato com a natureza.  Os sentimentos precisam receber ações externas, sair um pouco do racional sem se desprender da raiz do bom senso. Quem voa nas ações externas compreende o que é amar sem sair do chão, no levantar sem se preocupar na próxima queda.






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