Grito




Aponte seus mil dedos sob o elmo da justiça imaterial.
Ofusca rostos dos campos nobres.
Em cadeia escusas sobressai da luta uma nova razão.


Grita garganta! liberdade, contra a opressão.
Ebulições de processos físicos, almejam transformações.
Erguem cabeças, alienação nunca mais, impotência normativa e transgressiva jamais.


Eloquência  fome, silo+ gismo.
De vistos, que deixaram o passado.
Levantaremos, grito ao infinito.
Lutar, é a nova paz

Aries, reformulou a codificação
Estabilizadora miliciana, estilizada da causa hostilizada
Medusa, para!.
Congela-te busto, não nos deixa  confusos.
Ao seu lado iremos guerreia.
Manobra  contra  a falência.

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