Relógio
Coração bate, relógio pulsa.
Horas passam, caras mudam.
Avenidas indo e vindo.
Retribuindo, regresso aleatório.
A cor do céu clichê no meu papel.
Regresso em reverso.
Lápis e papel.
Pinto o universo com as lentes da esperança.
Pandora usa a chave e abre a caixa.
Som que não absorve, avesso do teu sossego.
Som do fático, habito verossímil.
Cotidiano vil espelho.
Cadê sossego?.
Sujeito preso.
Não era suspeito?.
Parece cativeiro, do sujeito no pós-moderno.
Suspira e viva, tenaz latente.
Viu a vil espada da temperança.
Pondera voz, outrora pomba branca da esperança.
Não chora rapaz, ainda a catavento.
Misto, físico-químico.
Rendosa nas voltas, que sumiu no grotesco globalizado.
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