As convenções sociais
Não é simplesmente ser ovacionada pela multidão, pois o meu querer está no mais humilde respeito. E claro, não vai importar a eferverscência do momento. Meu coração continuará batendo.
Batendo forte e imperioso.
Batendo mais rápido a cada palavra bonita falada, sonhos construídos.
No mais, não sou de dar importância á vestimenta: sapatos, roupas, cabelo, e todo padrão social. E o que eu mais desejo está ali, bem por baixo da porção epitelial. Aquele venho e conhecido órgão chamado coração.
O padrão social apenas limita o ser, transformando-o em "coisas coisantes". E no final morre a identidade do sujeito, ficando apenas aquele vazio deixado pelo olhar da alteridade de outrem, que aliais, exite apenas nas convenções sociais padronizadas.
Esse patriarcado, sistema tão perverso. Julga, aponta, descarna, infligi os padrões lineares de normalidade heterossexual. Já para as outas sexualidades, resta-lhe a anormalidade e o julgamento de malignidade.
Não somos exóticos ou anormais. Apenas vivemos, sonhamos, crescemos, somos humanos. E no determinado momento que meu ser se conectar com ela. Me envolvendo entre olhares, sorrisos, na alegria de sermos autênticas.
Não fazemos rituais com o sangue menstrual, muito menos vivemos do molde de olhares diabólicos. Apenas existe o amor, o companheirismo, a lealdade e reciprocidade afetiva. E sim, é mais que sexo! É conexão dos seres pela única magia do amor.
Deza.jully
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