Meu mar em constelação
Tenho uma amiga que me pergunta sobre meus poemas. Cada linha, palavras e versos expressões de meu sentimento a consolam de alguama forma. E fico feliz qua minha alma já tão cansada de está nessa procrastinação de mundo possa aliviar o coração dela.
Eu sou densa como a água que percorre toda nascente do riu, mas que nunca se deixou levar pelo calor cataclismico do sol. E sai seguindo o destino soluvel do canto das sereias, buscando além do sentir ou ouvir.
Na verdade, também deixei me esconder com as marcas que a vida me deixou. Cada uma delas, miudas ou fundas, relatam o quando já fui e hoje não sou mais. É porque perdi toda aquela vontade que tinha de navegar em um mar de ilusões. Minha profundidade, saberas que nunca revelarei o meu coração, já aprendi que nessa vida basta confiar em sí propeio e viver com os pés ficandos no chão.
As vezes penso não pertencer a essa poira estrelar. Cada brilho daqui não me encantam, apenas ofuscam vidros de um lugar vazio. Mas espere! Deza é jully, porém elas também são seres diferentes. Assim há duas pessoas em mim, e todas elas se unem para falar que em meu mar apenas navegará quem tiver permissão para nadar.
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