Minhas fragilidades estão em todas camadas que tento esconder. 

Esconder o meu eu profundo que insiste em lutar para não se render a solidão das estrelas, onde todas galaxias mostram sua escuridão.

Sou o que não pode tocar ou ouvir, onde a esperança paira perante os corredores, sem convalecer perante as lagrimas da morte. E da Fé persisti em acreditar mais uma vez no outrem. Na fé que abraça a esperança do povir, e se arrebata nos braços do amor.



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