Já sentiu um suspiro fundo que lhe toma o fôlego, transbordando no peito com uma faísca de fogo de uma estrela cadente a cruzar o céu.
O instante que um segundo pode se torna o caminho para o muro das lamentações ou a porta de novas descobertas. E o sangue pulsante até esse segundo que se abrevia em suspiros e dilatações da pele.
A vida não é um espaço em branco, não podemos voltar no tempo ou adivinha o futuro. É o presente que modela o prisma da realidade, suas escolhas que o guia para um futuro de plenitude.
Passado, presente e futuro...... Quero dizer, ações humanas em constante ebulições no espaço geográfico. E nesse sentido, o ciclo nunca regressa para o início, assim com a água nunca é a mesma em sua passagem de ciclo. Pessoas, valores são mutáveis em toda sua corrida de vida.
E o suspiro de fôlego é a fagulha de esperança, não a preza por Pandora, e sim a que reina em cada coração. Que a definição de olhar como janela da alma faça refletir o eu-real sem camadas e coberto por uma transcendentalidade emancipada
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