Discursos

 


O discurso tem uma ordem, sempre formulados por pilares de valores simbólicos-socais.

Esse discurso se opera, transforma e ganha significado distinto, porém depende da intencionalidade de quem propaga o dialogo.

Se quero dominar, imponho meu poder por alienação ou nas fck news diversas. E valor de real se escamoteia pela objetividade de quem quer algo: Seja ganhar a confiança ou sobrepor o poder dominador.

A lógica está no fundo de mecanização dos sentimentos, que se tornam mercadoria também e suspiram nas flores do mal de Charles Baudelaire. Não o mal do sofrimento, mas na ótica das lagrimas por trás de quem tentar sorrir para agradar uma multidão que já não se reconhecem como sujeitos e dependem de outros para se identificarem como homens contemporâneos.

O discurso de uma desordem, do avesso, do marginal distorce a alienação. Não se observa o valor das mercadorias, e sim o sangue de quem o projeta na sombra, as lagrimas de um coletivo chamado trabalhadores.

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