FILOSOFANDO



                                                   
A felicidade é errônea e fingida,
Entre os lençóis as faces mudam.
E ela pela tangente, sorrir cuspindo um veneno  sobrenatural.
Houve-se Murmúrios na sala, no final do corredor.
Simplesmente, é razoável pensar: não existe fantasma ou coisa do tipo, apenas a frenesi do palpitar de um toque.
Ela estava com o corpo ébrio, 
Constantemente solúvel. Ela matou, 
Estrangulou o Deus Grego, o Zeus da vida e o substituiu por um palimpsesto  de madeira.
E nem adianta falar da queda trêmula dos anjos,
Sem asas.
Um hoje humano, amanha é a melodia harpal de um velório.
Musical de espectros negros.
Saiba meu bem: a realidade é mórbida, errante e repleta de mentiras.
Não cogite em fugir desta esdruxula blasfêmia vulgar.
Retorne a ressurgência maternal do coletivo e não esporádico.
Seja livre internamente.

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