MEDIUNIDADE
Acreditar que a distancia espacial e física se resume pelo fio do imbox das redes sociais é infame.
Acreditar no amor de robôs virtuais é loucura.
Acreditar no sexo cibernético à distancia é tosco.
O essencial para a vida humana é desfrutar dos sonhos e amores, literalmente.
Compactamente.
Intensamente.
Viver síndromes e sincopes que sufocam a alma, que obliteram os sonhos e amores. Serio? dizem alguns pensadores.
Eu digo: - "Puta que pariu "
Até os gregos, os heróis sabiam da importância da virtualidade da alma e que a narrativa salvava reinos.
Ai, chega o imediatismo moderno e sacraliza o corpus mitológico.
Acreditando que o imediatismo é essencial para a humanidade.
Pensando que o sexo é unicamente multiplicação.
Acreditar no efêmero moderno é pensar no abstracionismo da liberdade.
É pensar que a Afrodite está definhando junto com a narrativa espontânea.
Até o espectro do Caronte ligeiramente fugiu e ainda cedeu a vaga da sua barca para a verdadeira deusa do amor.
No lugar deles ficou a Morte. O sujeito com a foice afiada que sai cortando tudo em sua frente, inclusive o homem.
A transformação é simples: alienação, a morte do ser e do sujeito na História.
Acreditar no efêmero moderno é pensar no abstracionismo da liberdade.
É pensar que a Afrodite está definhando junto com a narrativa espontânea.
Até o espectro do Caronte ligeiramente fugiu e ainda cedeu a vaga da sua barca para a verdadeira deusa do amor.
No lugar deles ficou a Morte. O sujeito com a foice afiada que sai cortando tudo em sua frente, inclusive o homem.
A transformação é simples: alienação, a morte do ser e do sujeito na História.
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