Atraio-me delas dimensões das fronteiras, pela força das águas a romper as rochas pelo caminho.
Na vida, não sabemos do amanhã, mas as escolhas sim! Elas modificam tudo e remodelam o interior.
As árvores brotam depois de uma queimada, jamais desistiram, e persistem contra a lógica natural. Uma lógica na qual parte da humanidade insiste em ser perversa e obsoleta perante o poder da natureza.
Por isso, me atraio pelas fronteiras do horizonte sem fim, pelo som de vida que sai no interior das matas e o sopro de vento emergido das plantas. Essa força vive sem findar, mesmo na insistência do dominion do homem sobre ela.
Atraio-me pela potencia e hiper-real. Nos detalhes de cada gestos e ações no presente. Porque sei que o não dito já é uma severa afirmação. O não dito sela, nunca vai além do horizonte das coisas. Caminha perante o horizonte é persistir, mesmo sabendo que pode haver quedas, mas confiante que a chamada esperança ainda está aqui.
Esperança de transforma, que toda desorganização seja o ponto de ebulição de novos sentidos. Todos os sentidos para acreditar que o olhar é a janela da alma de quem tem brios no caráter, e é capaz de ver o mundo como um palco da vida em constante arte de viver intensamente.
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