Você já sentiu desejo de atravessar o mundo por alguém?

Vontade de faze-lá sorrir?

Todo desejo de estar no caos junto com ela, mesmo sabendo que a chuva molhará as duas.

E ainda assim, estender a mão e caminhar todo caminho juntas.

Não basta só ficar, dar uns beijos e ir embora. Não é justo sugar as forças da mulher e depois sumir, enganar o próprio ego com palavras vazias. O mal caráter sempre vai culpar terceiros e se colocar no topo do mundo, sem saber que não reina ninguém.

Valorizar cada sorriso, segundo, momentos que o barco balança e respinga água para todos os lados. E ainda assim, as mãos estão dadas. 

Não valorizar o efêmero, porque palavras tem força suprema na natureza. 

As palavras devem ser dirigidas para a alma e polida com a ética do dia-a-dia.

Amar é uma dádiva da natureza. Por isso seja pura, justa com que está ali na barca contigo.

Tudo isso é companheirismo, arte de por o coração na bandeja das ações diárias.


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