Justiça e amor: O pacto a natureza e a promessa de que sou inocente.

 Minha estrela escarlate, venho te roga clemência. 

Não posso mentir, ferir ou desejar mal. Palavras tem força, e elas voltam com o dobro da potência.

Na infância, subi o monte, sem saber de nada, cai no abismo da argila. Ali firmei um pacto com a natureza. Jamais mentiria, feriria a natureza que nós dar a vida, a comida a saúde. Ali estava na argila, e tudo que aprendi devo a ela. Toda amor a arte é amor a natureza.

Minha pele sangra, porque a justiça que grita no meu coração é fiel a meus princípios.

Eu amo, amo ser alguém sensível e de coração mole. E não irei projetar o mal para ninguém, apenas jogo ao universo pela felicidade cósmica. Felicidade sempre, e mesmo levando predadas, ofensas, acusações, darei meu coração puro.

Sim, eu insisto. Acredito que as pessoas mereçam o melhor, e a verdade sempre. 

Meu pacto com a natureza me rege, e meu espirito a abraça com força. Por amar a natureza não tenho permissão de mata-la, arranca-la e joga-la fora. Pois, tudo que tenho, ela me deu..... E eu devo respeita-la e seguir meu caráter. 

Peço a natureza a paz, paz para quem quer minha morte. Amor para quem me deseja penúria. E acima de tudo a justiça e verdade sobre os fatos, sob as asas do diálogo justo. Um dia, poderei vê-lá e falar sem culpa: Não fiz, mas se de algum modo esbarrei na planta, foi puro acidente. E eu não lembro ter esbarrado. E precisei deitar sobre a aurea verde e chorar, porque essa é a verdade.

É a verdade... que mesmo sendo odiada, não desejo mal. Estimo amor e amor.

Uma loucura amar a quem nos odeia e quer mal. Mas esse verso livre é apenas um desabafo maior de minha alma que queima pela verdade e justiça, o esclarecimento. Não mereci injustiça e ela também não merecia sofrer. E eu insistir prq quem gosta quer sempre o melhor para o outro.


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