Minha forma de andar é única, não é igual a forma de andar das outras pessoas.
A forma que falar, vestir e interagir com o mundo, não é da mesma maneira que os outros falam, vestem e se interagem. 
Sou única, um pingo no universo que jamais se perderá na multidão do azul do céu estrelado.
Sou única, porque meu corpo não aceita rótulos e dimensões sociais superfulas. Sou meu próprio circulo em movimento que rompe com a linearidade objetiva de mercadoria romantista. E por esse fator, não aceito mais uma pessoa misturada a multidão.

Minha boca não fala o mesmo que os sons das atrizes, elas performas o irreal. Um caminho traçado em um roteiro, mas não são personagem da vida real. 
Meu cabelo e coração balançam no meu ritimo, não se espantam com essa geração que se apegam pelo sentimento que as pessoas as despertam. Frágeis, pois só podem despertar sentimentos, nada mais que isso. Elas são a própria elisão da realidade, de um todo que representa nada.

Minhas roupas são livres de frustrações, não são iguais ao eu-centrismo vividos por tantos, mas que não absorvem nada além de seus egos. E por esse motivo que seu corpos não representam nada alem de um individualismo disfarçado de coletividade.
Corpos que somados não representam nada além de um passa tempos, do hiper-real frágil e disfarçado de amor. Amor mercantil, que vende e lucra. Mas nunca sente de verdade a dimensão dos mares e a profundeza dos valores íntimos de cada  pessoa. 

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