Tudo que escrevo transborda do meu coração, rompendo as barreiras do inimaginável.
Corpo, sangue, pele, arrepios e lagrimas. Ações humanas que são aclaradas quando alguém pergunta:
- Por que é assim? Se as lagrimas transbordam ou se um muro é colocado em sua volta, quais motivos?
O mundo não é bom o bastante para quem é sincero e ávido de glória do bem. Muitos vão apontar os defeitos dos outros, julgando e falando o que eles são por dentro. Uma forma de livrar a sua culpa e pecado.
Na contemporaneidade pessoas são consideradas objetos ou sujeitos com um poder de compra. E os egos inflamados por esse poder, não reconhecem mais as partes dos corpos humanos, mas os signos que o mundo coloca sobre eles. É triste pensar que tudo é consificado, as identidades aplacadas pelo desejo do consumo, e não é qualquer tipo de consumo. O consumo do homem pelo homem, da mulher pela mulher. É quando as pessoas rotulam o gênero por bom ou pecaminoso, e devido as estigma do dito não normal, banalizam as relações sociais entre os indivíduos. Muitos colocaram camadas para não serem identificados por seus parias, outros apenas seguiram a onda do consumismo e faram de seus iguais objetos sexuais. E dirão: É um jogo, um tempo, mas jamais vão se aprofundar. Por medo talvez, ou pelo desejo de sentir-se procurado e tocado pelo mundo. Depois, nada é absorvido. Pois, as relações também se coisificam em objetos no capitalismo. Os egos valem mais que um cristal, do que o corpo e o sangue que pulsa nas veias.
No final, não tem nada. Nada seu dentro de alguém, e todos vão embora. Irão seguir um percurso entre o corpo e a identidade.
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